Editado em livro em 1920, Vida ociosa, de Godofredo Rangel, teve uma versão anterior, ligeiramente diversa, publicada na Revista do Brasil entre maio de 1917 e janeiro de 1918. Esta carta, escrita depois da leitura do capítulo final, mostra o entusiasmo de Lobato pela obra.

Fazenda [São Paulo],[1] 6 de julho de 1917

Rangel, Acabo de ler o último capítulo de Vida ociosa. Se algum tranca me disser que não és o sucessor de Machado de Assis, leva bofetada nas ventas. Ninguém é…

A atuação de Decio de Almeida Prado na coluna de crítica teatral em O Estado de S. Paulo mudou a feição do gênero, mostrou-se fundamental para a formação de um novo tipo de público, além de ter sido respeitada por toda uma geração de profissionais no país, entre os quais o ator Gianfrancesco Guarnieri e Cecília Thompson, jornalista e atriz com quem foi casado. Decio reuniu alguns de seus textos em Teatro em progresso, cujas críticas às peças de Guarnieri motivaram esta carta de Cecília em retrospectiva de um período importante para o teatro brasileiro.

São Paulo, 10 de dezembro de 1972

…Flávio, afilhado do Rangel, nasceu. Você diz, ao final da crítica ao Gimba, que o resto da história de Guarnieri seria contado por ele mesmo, a seu tempo: “só sabemos…

…Mendes Campos/IMS. Lúcio Rangel, Paulo Mendes Campos, Fernando Lobo e Vinicius de Moraes na Casa Villarino (1956). Acervo Paulo Mendes Campos/IMS   No ano passado, a pandemia não acentuou apenas…

Viúvo da imperatriz Leopoldina desde 1826, dom Pedro I continuava seu romance com Domitila de Castro, a marquesa de Santos, que se mudara de São Paulo para a corte, no Rio de Janeiro. Neste ano de 1827, enquanto o governo brasileiro negociava novo casamento para o imperador, ele combinava com a amante maneiras seguras de encontrá-la.

Rio de Janeiro, 27 de outubro de 1827

…filho, amigo e amante etc., O imperador Cartas de Pedro I à marquesa de Santos. Notas de Alberto Rangel. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p. 297. [1] N.S.: Diplomata…