Jornalista e poeta maranhense, também atuou como, crítico literário, cronista e ensaísta. Passou pelo Jornal do Brasil e pelo Diário de Notícias. Foi secretário de Imprensa durante a presidência de…

Pedro Nava era amigo de Manuel Bandeira e médico que cuidou de Fréddy Blank, a mulher que o poeta chamou de “toda a afeição de uma vida”, embora não tenha com ela dividido o mesmo teto. Madame Blank, como era chamada, deixou duas filhas de seu casamento com Carlos Blank: Joanita e Guita. À primeira e a seu marido, Pietr, Nava escreve esta carta contando os detalhes da morte de Manuel Bandeira, ocorrida em 13 de outubro de 1968.

Rio [de Janeiro], 19 de outubro de 1968

…de Andrade], Prudente [de Morais, Neto], [Gustavo] Capanema, Carlos Drummond, [Jorge] Laclette, Rachel [de Queiroz], Chico Barbosa, Nazareth [Costa], Odilo [Costa Filho] e Di Cavalcanti – para só mencionar os…

Depois de trabalhar como educadora numa fazenda no Rio de Janeiro, Ina von Binzer assumiu a educação dos filhos do doutor Martinico Prado, em São Paulo. As crianças tinham nomes romanos: Caio, Plínio, Lavínia, Cordélia e Clélia, inspiradores de Os meus romanos, livro que reúne as cartas escritas por Ina a uma amiga, na Alemanha.

São Paulo, 25 de junho de 1882

…furadinho por causa dos fogos. Ontem, foi a grande noite da foguetaria, tendo-me o senhor Costa solene e especialmente convidado para vir ao andar superior depois do jantar, porque iam…

Recusado pela família de Ana Amélia, por quem se apaixonara no Maranhão, Gonçalves Dias sofreria dessa recusa até morrer. De volta ao Rio de Janeiro, casa-se com Olímpia Coriolano da Costa, em setembro de 1852. Infeliz com o casamento e sempre doente, apreendendo a morte, faz este desabafo ao seu amigo mais próximo, Teófilo. Gonçalves Dias viveria ainda onze anos depois que escreveu esta carta.

Rio [de Janeiro], 10 de julho de 1853

Mano e amigo do coração, Há muito tempo que não tenho recebido cartas tuas, sei por que desgostos tens passado e te desculpo, no entanto torna-se menor a dor que…