
Lima Barreto
Escritor carioca, o “romancista da Primeira República”, como é hoje considerado, foi um crítico severo da vida nesse período, retratada com sarcasmo em sua obra. Nela, expôs a mediocridade da burguesia nascente e o cotidiano miserável nos subúrbios do Rio de Janeiro. Mulato de origem pobre, teve muitas dificuldades para publicar seus livros. O primeiro foi Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909), lançado seis anos antes do clássico O triste fim de policarpo Quaresma (1915), sobre o destino tragicômico de um homem ingênuo e patriota em quixotesca luta contra a corrupção dos políticos.
Cartas enviadas
Cartas recebidas









![Retrato de Domitila de Castro Canto e Melo, Marquesa de Santos, s.d., por Francisco Pedro do Amaral [atribuído]. Óleo sobre tela, 140 x 87 cm. Museu Histórico Nacional.](https://correio.ims.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Foto_destinatário1.jpg)

